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Os documentos mais antigos com referência à freguesia ou aos seus lugares datam de finais do século X. Na altura referida como "Viliabreus", era já documentada como tendo um grande dinamismo populacional e económico-social, em comparação com as povoações vizinhas.

Não há consenso entre os autores relativamente à derivação do nome "Viliabreus", mas a teoria que parece mais provável dita que este será o nome do homem que expulsou os romanos da terra na altura das invasões, até porque há documentação histórica que atesta que esta era uma prática bastante comum. "Viliabreus" é um nome masculino de origem germânica.

A freguesia de Guilhabreu situa-se no extremo sudeste do concelho de Vila do Conde, a cerca de 15 quilómetros da sede concelho - Vila do Conde, e a 18 da cidade do Porto, Os seus limites geográficos confrontam com os concelhos da Trofa e da Maia.

Durante muitos séculos a freguesia de Guilhabreu fez parte denominada "Terra da Maia/: estando administrativamente sob a sua jurisdição, porém, na 2.ametade do século XIXI "por vontade expressa dos seushabitantes" foi pelo Decreto de 11 de maio de 1870 anexada ao concelho de Vila do Conde, juntamente com as freguesias de Mosteiró e de Vilar do Pinheiro. Eclesiasticamente está dependente da diocese do Porto, tendo como S. Martinho Bispo o seu padroeiro.

Guilhabreu é uma das mais dinamicase extensas freguesias do concelho de Vila do Conde, possuindo uma área territorial de cerca de 12 Km2

A paróquia de "Guilhabreu" está documentada desde o século X. No processo judicial lavrado em 991 surge pela primeira vez o topónimo "uilla ulllaredi" Este topónimo conhecerá várias, grafias até à atualidade. Em 1080 denomina-se "uiliabredi" e em 1096 "uillafrei" Nas inquirições de 1258 aparece como vila chamada de "Guilaureu" e decorrido quatro anos, em 1262, no Censual do Cabido da Sé do Porto surge com a grafia "Guilhoureu e "Guilhaubreu" Este último topónimo repetir-se-á por diversas vezes durante o século XIV e, em 1542, o mesmo Censual regista já a forma atual- Guilhabreu',

Sobre a etimologia do topónimo, continua a pairar alguma incerteza. Augusto Vieira, autor da obra O Minho Pitoresco,chega a aventar a hipótese de o nome Guilhabreu advir das palavras "Gil Abreu" o que não parece provável. Outros autores filiarn o topónimo Guilhabreu no nome próprio germânico "Wiliabredus': tendo esta tese a seu favor as mais antigas grafias conhecidas do topónimo, e ainda o facto de após a queda do Império Romano a maioria dos topónimos antroponímicos do Norte de Portugal surgirem formados a partir do nome germânico do proprietário declinado no genitivo de posse, tendo os invasores apenas se limitado a mudar em seu favor os nomes que encontraram. Segundo Alberto Sampaio, foram os Suevos quem rebatizou as terras povoadas, agora com nomes germânicos, quase sempre com nomes de pessoas".

Segundo credenciados filologistas, a palavra Guilhabreu deriva de nome de homem germânico, guerreiro audacioso vindo do centro do continente europeu que expulsou destas paragens os Romanos.

 

 

 

 

 

 

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